Esta entrada é conjunta com David López-Saído. Um vigoroso debate se criou durante as últimas duas semanas, o local do partido democrata e de economistas conexos dos EUA. Gerald Friedman, um professor de economia em UMassAmherst, havia circulado um estudo visualizando os efeitos econômicos do plano económico e social proposto por Bernie Sanders.
Apesar de não ser um documento oficial Sanders, o diretor de campanha do candidato o elogiou em público. Qual era o principal defeito, na análise de Friedman? Não entender o que é um multiplicador fiscal e como se interpreta, uma coisa que o respectivo Friedman teve que reticentemente diferenciar:”I may have made a mistake”.
Este defeito não deixaria de ser uma anedota sem importancia para os leitores de Negócios, entretanto porque estes mesmos erros de visão aparecem continuamente na Espanha. Nos últimos meses temos visto recolhidos em alguns programas dos partidos políticos e em 1000 colunas em jornais e blogs. Desse jeito decidimos proporcionar o postagem de hoje em esclarecer, de modo claro (e arriscando a ser ligeiramente imprecisos) o que é um multiplicador fiscal e como se interpreta (teremos que deixar pra outro dia esclarecer como se calcula). A primeira coisa que tem que aprender é que “multiplicador fiscal” a seca não significa nada.
Embora pela conversa cotidiana dos economistas utilizamos esta expressão, é apenas visto que introduzir as adjectivações adicionais abrande todas as discussões. Para explicar essas adjectivações devemos definir um multiplicador fiscal. Um multiplicador fiscal mede como se muda pra uma transformação numa oscilante fiscal a respeito da atividade econômica, normalmente o PIB.
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Primeiro, o horizonte temporal é a chave. Esta definição nos leva à segunda adjetivación. A persistência da modificação da política fiscal é a chave, é contar qual é o perfil temporal da modificação no instrumento de política fiscal. como de distorcionário é este imposto?
Por que são tão diferentes dos multiplicadores de modificações de gastos públicos permanentes e transitórios? Isso não quer dizer, em nenhum instante, de que não existem pretextos pra ampliar o gasto público de forma infinito. Tal posição política é perfeitamente legítima.