Romeu e Julieta (Roméo et Juliette, em francês) é o título original) é uma sinfonia dramática, uma sinfonia coral em extenso escala, para solistas, coro e orquestra do compositor francês Hector Berlioz, baseada pela obra homônima de William Shakespeare. O libreto foi escrito por Émile Deschamps e corresponde ao Op. Romeu e Julieta é o último trabalho que Berlioz completou na década de 1830, a mais fecunda de sua carreira. A constituição de Romeu e Julieta foi possível graças à entrega de uma generosa soma de 20.000 francos por Niccolò Paganini.

Após ouvir uma performance de Haroldo na Itália, o enorme virtuoso o saudou publicamente como o herdeiro de Beethoven. Berlioz cancelou dívidas com quota do dinheiro, e usou o resto pra se concentrar no serviço “uma obra de fato essencial”, sem a inevitabilidade de preencher seu tempo com algumas obrigações, como crítico. O texto é uma adaptação da obra original que contém transformações interessantes.

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Entre estas transformações, desejamos referir o desaparecimento do personagem da mãe, e a expansão da momentâneo menção de Shakespeare de a reconciliação das duas famílias, em um essencial finale vocal. Berlioz teve uma predileção especial por esta obra, fazendo fonte a ela em tuas memórias como “o drama supremo de minha existência”. Um movimento em particular foi o seu favorito: “Se sem demora (1858) me perguntam qual é a minha peça favorita, a minha resposta será que eu compartilho da visão de vários artistas: eu prefiro o Adagio (Scène d’amour), de Romeu e Julieta”.

É evidente nessa obra a ação que exerceu a respeito Beethoven a Berlioz. A Sinfonia Pastoral Berlioz entendeu a ideia de música programática, e pôde apreciar como a música pode ser descritiva, além da versatilidade de Beethoven em relação ao número de movimentos. A nona sinfonia de Berlioz toma a idéia de incorporar o coro e vozes solistas, plano muito capaz para o término da obra.

Bem como o abandona no começo do último movimento dessa sinfonia inspirou o recitativo, a cargo dos trombones do primeiro movimento. Romeu e Julieta tem exercido uma ação significativa pela Richard Wagner, quem assistiu ao lançamento da obra, e ficou muito impressionado com ela.

Esta obra talvez seja considerada uma sério interferência em Tristão e Isolda, e é possível apreciar a ligação entre os primeiros momentos desta ópera e o início do segundo movimento. O primeiro movimento se abre com uma passagem de dar no pé, que evoca as brigas entre i capuleti e i montecchi nas ruas de Verona. Esta passagem serve como base para o recitativo instrumental a cargo dos metais (trombones e cornos), que representa a intervenção do príncipe, tentando colocar um final a essas brigas.

O seguinte fragmento está a cargo da contralto, e foi chamado por Berlioz “Strophe” (estrofes), uma maneira musical tomada de ópera cômica. É composto de duas estrofes: a primeira, com acompanhamento de harpa, ao que se complementa na segunda, o violoncelo, e é uma exaltação poética do afeto e da arte de Shakespeare pra expressá-lo. Posteriormente, o tenor canta um scherzetto sobre o monólogo de Mercutio da Rainha Mab, acompanhado na flauta, piccolo, violas e chelos, e antecipando o cenário do quarto movimento.